10 super posts para vocês curtirem

23 abril 2017
https://goo.gl/aE051i
Olá! Como vocês puderam perceber, não fiz o post da gincana essa semana. Tive um pouquinho de dificuldade em conseguir concluir o desafio buááá. Contudo, entretanto, mas, porém, vou postar o desafio, mesmo não valendo pontinhos. Então, vamos lá!

Nessa semana entrei em contato com dois blogs que conheci durante o desafio e as próprias blogueiras selecionaram 5 posts legais do blog delas e agora vou dividi-los com vocês:


Mundinho da Hanna

Trilhas e aventuras: Trilha das praias selvagens + Pedra da Tartaruga
Projeto #MDA: desafio #5
Memórias de Natal
Diário de Viagem: Petrópolis (parte I)
Litera Caxias

Profano Feminino

Qual seu tipo de cabelo 
5 atividades para quem quer começar a se exercitar, mas não quer gastar muito
5 animações empoderadoras da Disney
5 livros que nos fazem pensar na vida
Eu e você contra o mundo

Esse era o desafio da semana e aí está para vocês conhecerem um pouco do trabalho da Hanna e da equipe do Profano Feminino.

Mudando de assunto, você já está participando da promoção de 2 anos do blog? Se ainda não está participando, corre lá! 






Lady Thaw
É uma sonhadora, amante de livros e literata. Adora cantar, dançar, ler e conversar. Um dia terá um gato preto chamado Plutão.





Tornando-se um leitor experiente

14 abril 2017
https://goo.gl/eSjJ62

Antes tarde do que nunca: esse é o post da gincana de interação entre blogs da qual o Tribo está participando. O tema da semana é “Amadurecer” e resolvi abordar ele de um jeito que é a cara do blog e que pode ajudar vocês também. Sem mais enrolação, hoje vou falar sobre como amadurecer como leitor.

Bom, desde que me entendo por gente, sou uma traça de biblioteca. Me lembro de que na segunda série do fundamental, atual terceiro ano, eu sempre lia e relia “Ou isto ou aquilo” da Cecília Meireles. Também entrei para o clube da poesia assim que ele surgiu na escola, e apesar de ele ter tido uma vida curta, amei cada momento. Mas o grande X da questão é: eu realmente entedia o que os textos queriam dizer? E a resposta é: superficialmente. Esse também é o motivo pelo qual eu sou contra fazer adolescentes lerem Memórias Póstumas de Brás Cubas, por exemplo.

Eu lia, e lia bastante. Mas era só isso. Eu não procurava figuras de linguagem, significados ocultos, e todos esses detalhes que ficam nas entrelinhas. Eu não me atentava para quem era o autor do livro ou o período literário no qual ele estava inserido. É errado ler assim? Não é. Mas quando você cresce, você quer mais. Você não quer só uma declaração de amor boba, você quer ouvir um “I’m not fall in love for you. I fly” e entender o que isso quer dizer realmente.

A verdade é que a leitura é uma forma de lazer para muitas pessoas, porém, para que se entenda determinados textos, é preciso que se amadureça. Essa evolução pode surgir aos poucos e naturalmente, ou pode surgir de estudos mesmo. Sabe aquele clichê de que quanto mais você faz determinada coisa, melhor você fica nela? Ler não é uma exceção.

O caminho que indico é ler sempre e sair da sua zona de conforto como leitor. Se arrisque em gêneros que não estão entre os seus prediletos e, sim, leia um pouco de teoria. Massaud Moisés tem um livro muito bom chamado A análise literária e depois desse livro eu sou outro ser humano, sério.

É gostoso amadurecer. E uma hora você vai perceber que os olhos que leem um mesmo livro que fora lido na infância o vê de outro modo agora. E quando esse momento chegar, você vai saber que cresceu. 





Lady Thaw
É uma sonhadora, amante de livros e literata. Adora cantar, dançar, ler e conversar. Um dia terá um gato preto chamado Plutão.





Adivinha quem faz 2 anos em abril?

13 abril 2017

Olá! Depois de muitas resenhas, muitos textos, muitos aprendizados e muito carinho por parte de vocês, leitores, o Tribo fará 2 anos de vida. O B-day é dia 29 e é claro que não deixaríamos a data passar em branco, né. Fizemos uma reunião extraordinária, discutimos seriamente, e finalmente decidimos qual será o presente que daremos para um sortudo ou sortuda seguidora do blog: o livro “Os 13 porquês”, de Jay Asher!

Essa história virou febre depois que a linda da Netflix lançou uma série, 13 reasons why (título original em inglês) e chegamos à conclusão de que esse é o presente perfeito para um de nossos seguidores.

Para participar siga os passos a seguir:

1. Siga o blog Tribo Letras;
2. Curta nossa página no Facebook e, dentro da página, clique em promoções e em "quero participar";
3. Deixe um comentário nessa postagem com o texto “Participando”
E pronto! Você já está concorrendo.


O sorteio será feito no dia 29 de abril através do Sorteie-me, no Facebook e entraremos em contato com o vencedor. Boa sorte para todos e valendo!



Lady Thaw
É uma sonhadora, amante de livros e literata. Adora cantar, dançar, ler e conversar. Um dia terá um gato preto chamado Plutão.





One Punch Man | 1º Temporada

12 abril 2017

Episódios: 13
Gêneros: Comédia, Ação, Paródia
Estúdio: Madhouse
Originado do mangá homônimo, por: One (autor e criador) e Yusuke Murata (ilustrador)


Um super herói ultrapoderoso derrota todo mundo com um soco. Não há monstro ou vilão que o enfrente de igual para igual, e por conta disso, sua vida de heroísmo torna-se chata. Ele quer apenas alguém forte o suficiente para lutar e sair da monotonia. A premissa é a do mangá e anime One Punch Man, que apesar de sonolenta (um herói que derrota todo mundo com um soco? Tenho mais o que fazer!) acabou virando o melhor anime de 2015 e um dos melhores animes que eu assisti na vida. Engraçado que nem a sinopse ou a arte me chamaram a atenção, mas de repente, o mundo inteiro gritava o quanto o anime era fantástico, o quão fabuloso e espetacular, e claro, acabei assistindo.
Uma das melhores decisões que fiz e eu nem estou exagerando. Antes de tudo, você deve assistir One Punch Man, e não, eu não me importo que você pare de ler meu texto e vai assistir, só faça isso. One Punch Man vai te surpreender. E provavelmente, você vai querer assistir os 13 episódios numa tacada só.
Dito isso, vamos lá! 


Alana Campanha
Há milênios perdida nesta Terra, sobrevive de histórias feitas por seus habitantes. Ama escrever, criar tramas surreais e se aventurar pela literatura. Apaixonada por Doctor Who, sonha em viajar por esse mundo um dia desses.





Despropósito

10 abril 2017

Desde o momento em que você acorda, você sabe que o dia acabará tendo a miserabilidade de todos os outros. Você sabe, de algum modo, do modo mais profundo que alguém pode saber alguma coisa, que a fragilidade que te corrói por dentro todos os dias de sua vida é encoberta pelo seu terno social, o mesmo utilizado diariamente para responder de maneira afirmativa todos os tudo bem e bom dia jogados até você. Com o tempo, acaba percebendo suas respostas cada vez mais opacas, os cenários por qual passa seu dia — sua casa, a escola, o trabalho — vão perdendo a luminescência que uma vez tiveram. Vão ficando opacos também, e de repente, todos os diálogos que você ouve, as cenas que você nas ruas, as aulas que você assiste, perdem o foco, não por que a realidade exterior é de má qualidade, mas porque você já não consegue mais receber o sinal.
Sua percepção gentilmente se encontra com um desfalecimento interior como se ambos fossem bons amigos. Há algo errado dentro de você, mas não é como se pudesse fazer alguma coisa sobre; uma saúde em perfeito estado, uma vida destituída de qualquer problemática maior, contudo, mesmo assim, desde o momento em que você abre os olhos você sabe exatamente a sensação amarga no estômago quando sorrirá para alguém, sabe o exato conflito interior em imaginar o que aconteceria se o seu transporte público sofresse um acidente, o quão trágico seria ser obrigado a deixar este mundo. Porque talvez sua falta neste mundo se resuma a uma cadeira vazia num escritório.
Ao seu redor, você tenta encontrar algo em que se agarrar, algo em que possa culpar a irrealidade em que passara a viver. Tudo passa tranquilidade, contudo; quando o sol brilha, ele o faz lindamente, quando chove, ela o faz de maneira bela e soturna; o céu continua seu tom azul anil ou cinza do qual escreveu-se tantos poemas ingleses, as estrelas continuam escondidas atrás das nuvens, porém nada na escuridão parece esconder os monstros que você procura, pois todos eles estão dentro de você e, de algum modo, você sabe disso. Mas não é como se pudesse encontrá-los, apesar de estarem tão próximos. Você está perdido dentro de si mesmo e não há qualquer esforço que o faça sentir a mínima necessidade de fazer algo o quanto a isso.
Você tem sua casa. Seu trabalho. Suas aulas. Seu lazer. Tudo em seus devidos lugares, pedir mais por isso seria ganância. Talvez as pessoas passem por isso, talvez ao longo de mais alguns anos isso passe; você queria dizer, do fundo do coração, que sim, que deseja acordar algum dia em que honestamente iria enfrentá-lo com a morna felicidade de uma pessoa comum, que não iria sentir como se não houvesse uma razão para enfrentar o que já estaria perdido. Você quer acreditar que deseja essa mudança, que passe a ver a bela realidade que todos vêem.
Mas você não se importa. Não o suficiente.
Enquanto sente o vazio, se é que pode senti-lo de fato, você continua lavando, passando, vestindo seu terno para assegurar a todos o quão estável e cheio de esplendor você está. O dia está bonito, as pessoas bem-humoradas, sua mesa limpa.
Você está sempre sorrindo” um dia te dizem. Docilmente, na sutileza de uma folha ao vento, você faz seus olhos brilharem em concordância, pois é isso que eles querem de resposta.
Talvez se continuarem a dizer isso, você acabe se quebrando um pouco menos a cada vez que ouvir.   
  


Alana Campanha
Há milênios perdida nesta Terra, sobrevive de histórias feitas por seus habitantes. Ama escrever, criar tramas surreais e se aventurar pela literatura. Apaixonada por Doctor Who, sonha em viajar por esse mundo um dia desses.
 
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